Boas práticas na Administração Pública

Em linha com as políticas e objetivos assumidos por Portugal na senda da descarbonização e da transição energética, o Estado apresenta-se como um agente mobilizador também nas energias renováveis, estabelecendo como meta, ao abrigo do Programa ECO.AP 2030, assegurar que pelo menos 10% do consumo final de energia das entidades da Administração Pública (AP),  direta e indireta, provenha do autoconsumo através de energias renováveis.

O autoconsumo, consumir o que é produzido localmente, aliado à utilização de tecnologias de armazenamento de energia dimensionados às reais necessidades, reflete-se cada vez mais na melhoria da eficiência dos sistemas energéticos.

Apesar destes objetivos e metas serem recentes para a Administração Pública, já existem vários casos de sucesso de aproveitamento das energias renováveis para fazer face a necessidades de energia elétrica, recorrendo a sistemas fotovoltaicos, como é o caso da Rádio Televisão Portuguesa  que instalou um sistema que permite  evitar a emissão de 137 toneladas equivalentes de CO2 por ano. Por sua vez a outro lado,  para fazer face a necessidades térmica, como foi o caso da Escola Superior Agraria do Instituto Politécnico de Coimbra, num projeto integrado de melhoria de eficiência energética, incorporou a produção de energia térmica para as águas quentes sanitárias através da instalação de um sistema solar térmico, que, associado à restantes medidas de eficiência energética implementadas, permitem a redução de cerca de 94 toneladas equivalentes de CO2 por ano.

No site do ECO.AP pode ser consultada mais informação sobre estas e outras iniciativas da Administração Pública que evidenciam a sua pertinência assim comos os múltiplos benefícios associados, para a pessoas, para as entidades e para o ambiente, contribuindo assim para a descarbonização.

 

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