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ECO.AP 2030 ultrapassa as 900 entidades e reforça a monitorização da Administração Pública

O Relatório Síntese de setembro de 2026 evidencia o crescimento da adesão ao Programa, o alargamento da monitorização de instalações e frotas públicas e a consolidação dos instrumentos de planeamento para a eficiência e descarbonização das entidades da Administração Pública.

O Programa ECO.AP 2030 continua a alargar o seu alcance na Administração Pública portuguesa e afirma-se como um instrumento central de apoio à descarbonização e eficiência de recursos.

De acordo com o Relatório Síntese do ECO.AP 2030, com dados a 30 de setembro de 2026, aderiram ao Programa, nos últimos doze meses, mais 80 entidades públicas e foram designados mais 75 Gestores de Energia e Recursos (GER).

O ECO.AP 2030 integra hoje 901 entidades registadas e 785 GER. Este reforço traduz-se numa maior capacidade técnica das organizações públicas para implementar medidas de eficiência energética, eficiência hídrica, utilização eficiente de materiais e descarbonização.

Barómetro ECO.AP regista mais instalações e frotas

O último ano ficou também marcado por um crescimento significativo da informação introduzida no Barómetro ECO.AP.

A plataforma integrou mais 1 918 instalações e mais 9 352 veículos, reforçando os dados disponíveis para acompanhamento e gestão das entidades abrangidas pelo Programa.

A iluminação pública e os equipamentos urbanos passaram também a constar do Barómetro ECO.AP. Desde a disponibilização desta funcionalidade, foram registadas 2 731 instalações nesta área, alargando a capacidade de monitorização e análise das entidades públicas.

Mais entidades com planeamento para a eficiência e descarbonização

O compromisso das entidades públicas com objetivos estruturados de eficiência e descarbonização continuou a crescer.

Nos últimos doze meses, mais 26 entidades viram validados os respetivos Planos de Eficiência e Descarbonização ECO.AP 2030. São hoje 116 os planos validados para os períodos 2025-2027 e 2026-2027.

Em 2026, os Ministérios da Agricultura e Mar, das Finanças e da Justiça publicaram as suas metas e objetivos no âmbito do Programa. Juntam-se à Saúde e à Defesa Nacional, elevando para cinco o número de áreas governativas com metas formalmente publicadas.

Reforço da coordenação territorial

O ECO.AP 2030 conta hoje com 32 Coordenadores de Energia e Recursos (CER), designados em ministérios, municípios incluindo a Região Autónoma dos Açores. São mais 15 do que há um ano.

Na Administração Local, 22 municípios já dispõem de CER, reforçando a articulação territorial e a implementação local do Programa.

Cresce a aposta nas energias renováveis

O número de instalações com tecnologias renováveis registadas no Barómetro ECO.AP manteve uma trajetória positiva.

Nos últimos doze meses, foram inscritas mais 18 instalações com sistemas solares térmicos e mais 22 instalações com sistemas fotovoltaicos.

O Barómetro ECO.AP integra atualmente 98 instalações com sistemas solares térmicos e 104 instalações com sistemas fotovoltaicos.

Capacitação continua a mobilizar entidades públicas

A capacitação e sensibilização dos profissionais da Administração Pública manteve-se como uma das prioridades do Programa.

No último ano, o ECO.AP 2030 promoveu 22 iniciativas, envolvendo 1 658 participantes e cerca de 64 horas de atividade.

No total, o Programa soma já 150 ações e 8 088 participantes, num esforço contínuo de divulgação, capacitação e partilha de boas práticas junto das entidades públicas.

ADENE destaca consolidação do ECO.AP 2030

Enquanto entidade responsável pela operacionalização do Programa, a ADENE considera que os resultados alcançados demonstram a consolidação do ECO.AP 2030 como um instrumento de referência para a eficiência de recursos e a descarbonização da Administração Pública.

O aumento do número de entidades aderentes, o reforço da rede de Gestores de Energia e Recursos, a validação de novos Planos de Eficiência e Descarbonização, o crescimento das instalações e frotas registadas no Barómetro ECO.AP e a expansão das energias renováveis confirmam a integração progressiva da eficiência de recursos e da descarbonização nas práticas de gestão das entidades públicas.

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