Promovemos a transição energética com foco no uso eficiente de recursos, na sustentabilidade e ação climática.
Áreas de atuação
O projeto AgroSOL visa promover a definição de um modelo sustentável de desenvolvimento agrovoltaico nas zonas rurais, centrado nas
pequenas e médias explorações agrícolas, a fim de reforçar os meios de subsistência dos agricultores no espaço SUDOE.
O desenvolvimento da independência energética e a adaptação da agricultura às alterações climáticas para garantir a independência alimentar são desafios estratégicos importantes. A solução agrovoltaica, que combina a produção agrícola e energética, pode responder a estes desafios, mas também apresenta riscos em termos de especulação sobre as terras agrícolas, a biodiversidade e as práticas de trabalho dos agricultores.
A fim de reforçar os meios de subsistência dos agricultores, será desenvolvida no âmbito deste projeto, uma estratégia comum para facilitar a implementação de modelos de produção agrovoltaica que contribuam para a resiliência das zonas rurais do SUDOE. Estão previstos 5 projetos-piloto (1 em Portugal, 2 em Espanha e 2 em França) que permitam estudar o impacto dos painéis fotovoltaicos na conceção das soluções tecnológicas de agrovoltaico mais adequadas.
O projeto AgroSOL contribui diretamente para várias políticas públicas nacionais em matéria de energia, clima e agricultura sustentável. Está alinhado com o Plano Nacional de Energia e Clima 2030 (PNEC 2030), ao promover a produção de energia renovável em pequenas e médias explorações agrícolas e ao responder especificamente à ação 3.2.9, que prevê a elaboração de um guia técnico para soluções agrovoltaicas.
Adicionalmente, o projeto dá cumprimento à Lei de Bases do Clima, ao fomentar a descarbonização do setor agrícola com soluções inovadoras que melhoram a eficiência no uso da energia, da água e dos recursos naturais, reforçando simultaneamente a resiliência das explorações e promovendo uma transição energética justa no meio rural.
O AgroSOL está ainda em sintonia com o Roteiro para a Neutralidade Carbónica 2050, ao impulsionar práticas agrícolas sustentáveis combinadas com a geração de energia solar, contribuindo para a redução de emissões de gases com efeito de estufa e para a adaptação às alterações climáticas nas zonas rurais mais vulneráveis.
Data de atualização